por Cristina Penz, diretora da FutureBrand e confluente                                                                                       

São diversas as razões que me levaram até o Confluentes, que fizeram de mim uma confluente “de primeira hora”.

Antes de mais nada, esta é uma iniciativa que busca combater as desigualdades que existem no Brasil. De renda, de acesso à informação, de gênero, de acesso à justiça, entre tantas outras.

Se eu tivesse que definir em uma única palavra o que (no meu país) me envergonha, me entristece, me dá raiva, eu diria a “desigualdade”. Ela está na raiz de muitos dos nossos problemas.

As organizações para as quais o Confluentes dirige as doações são todas comprometidas com um Brasil menos desigual. Eles estão lutando de verdade por esta abrangente causa em que eu pessoalmente acredito. É meu dever apoiar. Ponto.

Outro fator muito importante para mim foi o modelo inovador que o Confluentes propõe. Eu fico segura de me envolver num projeto que conta com a participação de instituições filantrópicas poderosas. Confio no discernimento delas, na sua capacidade de escolher quem precisa de apoio e será capaz de promover transformações. Sinto que faço parte de algo maior, bem estruturado, sustentável.

É senso comum que precisamos, como sociedade civil, nos envolver mais na solução dos problemas que nos afetam. Mas isso não pode ser apenas um discurso. Praticar a filantropia é uma das formas de agir nesta direção.

Por fim, e ainda falando do modelo, eu sempre fiz, esporadicamente, doações para causas sociais, na medida das minhas possibilidades. Doar não é uma novidade para mim. Doar e receber em troca a oportunidade de conhecer melhor as causas que apoio, doar e receber em troca encontros com pessoas que admiro – isso é um privilégio.

Por que é tão importante hoje?

Com o perdão do clichê, estamos vivendo um momento desafiador. A incerteza nos tomou. Não temos como saber a dimensão das crises que precisarão ser enfrentadas. O plural foi proposital – crises – de saúde, social, econômica, política. Uma coisa é certa, no entanto. O ideal revolucionário da fraternidade precisa nos guiar. Um senso de comunidade, de respeito ao outro, a necessidade de trabalhar junto para o bem comum. Confluir, enfim.

(Foto: José Cícero da Silva/Agência Pública)

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