Conheça Luiza Serpa, confluente, publicitária e gestora de organização social                                                                

Desta vez nossa convidada para a série #EuSouConfluente é Luiza Serpa, publicitária e gestora de organização social, fundadora do Instituto Phi, que conversou conosco sobre filantropia, democracia e o Brasil de seus sonhos. Conheça mais uma das pessoas incríveis que fazem o Confluentes acontecer!

Em poucas palavras: quem é você?
Sou Luiza, carioca, publicitária de formação, gestora de organização social por ideologia, mãe, companheira, filha, amiga. Há 16 anos, minha missão é a redução das desigualdades através do fortalecimento da cultura da doação.

Como você chegou ao Confluentes?
Recebi um convite especial da Inês Lafer e logo aderi, por acreditar que, unindo forças de maneira organizada, poderemos qualificar o debate e encontrar caminhos mais eficientes para a transformação social.

O que é filantropia para você?
Filantropia, para mim, é um compromisso com a promoção do bem-estar coletivo. O nome do instituto que fundei, Phi, é inspirado na palavra grega philantropia, que significa “amor à humanidade”.

Por que doar?
Doar é usar nossa capacidade de intervir em um espaço no qual se tem alguma governança, é assumir que somos seres interdependentes e responsáveis pela transformação que queremos ver no mundo.

Que causas você considera mais urgentes? 
No Brasil? Todas! (risos) Na verdade, precisamos lutar pela garantia de direitos, para corrigir injustiças sociais. Mas, nesse momento, escolheria insegurança alimentar, educação e saúde. Não conseguiremos avançar sem ter bases mínimas de direitos garantidos.

Antes de se tornar confluente, você já teve alguma outra experiência de engajamento social?
A inquietação com as desigualdades sociais me fez deixar a carreira em comunicação corporativa para atuar no terceiro setor. Depois de atuar na Junior Achievement e no Instituto Azzi, fundei, em 2014, o Instituto Phi, uma organização não-governamental que assessora indivíduos e empresas a doarem para projetos sociais, apoiando para um investimento bem aplicado e com mensuração de resultados. Também faço da rede de Responsible Leader da BMW Foundation Herbert Quandt, sou Fellow Senior da Skoll Foundation e membro da comunidade internacional Nexus Global, do comitê do Latimpacto e da rede Catalyst 2030.

O que mudou em sua vida desde que você se tornou confluente?
Com acesso à informação ágil e qualificada e a integração de saberes, esforços e ações, tenho tido mais poder de ação.

O que você diria para alguém que está pensando em começar a doar e a se engajar socialmente, mas não sabe bem como começar?
Descubra qual é causa que te toca, seja cultura, educação, esporte, saúde, geração de renda, habitação, meio ambiente ou outra qualquer. Procure saber como você pode contribuir com essa causa. Você pode começar provocando transformações no seu bairro. Daí então, na sua cidade, no seu país e, do micro para o macro, em todo o planeta. Doe o que puder: tempo, conhecimento, bens, dinheiro. E, claro, você pode buscar apoio de organizações com expertise, como o Phi, para fazer sua filantropia pessoal, familiar ou corporativa de maneira estratégica.

Como é o Brasil dos seus sonhos?
A visão do Instituto Phi reflete o Brasil dos meus sonhos: um país menos desigual e mais justo, pautado em verdade, solidariedade e humanidade. Um país onde organizações como o Instituto Phi nem precisariam existir. Meu sonho é não ser mais tão necessária (risos).

Ser confluente é…
Fazer parte de uma rede potente, formada por pessoas e organizações engajadas e conscientes de que os desafios que precisamos enfrentar como sociedade só poderão ser resolvidos com união de forças e diversidade de olhares, e que atua com projetos e objetivos concretos.

Você leu recentemente algum livro ou assistiu a algum filme ou série que gostaria de recomendar aos outros confluentes e parceiros
Li a Decisão que o mundo precisa, do Celso Grecco. A partir da visão de que somos seres interdependentes, ele apresenta sete maneiras de engajamento no combate aos desafios globais possíveis a qualquer um, independentemente de condição social ou financeira. E assisti ao filme A 13ª Emenda, documentário que discute a emenda constitucional que permite a escravidão de pessoas consideradas criminosas e seu terrível impacto na vida da população negra americana.

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